O mês de janeiro está sendo marcado, mais uma vez, pelas catástrofes em consequência das temporadas de chuvas intensas em muitas partes do nosso país, principalmente na região sudeste.
São, as já conhecidas, situações dramáticas atingindo a população que atravessa a cidade e as enchentes ao longo das marginais da capital de São Paulo.
Água inundando cidades inteiras como é o caso de Franco da Rocha.
Morros desmoronando como em Mauá e pessoas soterradas, mortas, desoladas...
E o mais grave está sendo a tragédia na região serrana do Rio de Janeiro.
As fortes chuvas causaram catástrofes e até o momento morreram mais de 500 pessoas nas regiões de Petrópolis, Teresópolis, Nova Friburgo e outras cidades vizinhas.
Ano após ano assistimos a essas calamidades em algum ponto do país.
Há pouco aconteceu em Angra dos Reis, quem não se lembra daquelas cenas?
Outras cenas desoladoras também são recentes como as chuvas que atingiram Santa Catarina.
As chuvas não têm dado tréguas causando inundações de grandes proporções também por outros cantos do mundo, na Austrália, Sri Lanka, Alemanha, Holanda.
Considerando também que outras grandes catástrofes como incêndios, secas, tsunamis, furacões estão devastando pedaço por pedaço do nosso planeta.
Porquê? De quem é a culpa? O que deveria já ter sido feito para evitar tamanhas catástofres que se repetem ano após ano em todos os cantos do mundo?
Há tempos, a natureza já tem se manifestado rebeldemente contra a falta de cuidado e a falta de respeito com a Mãe Terra nesse desenvolvimento desenfreado dos homens.
Quantas catástrofes mais serão necessárias para que cada um de nós, urgentemente, conscientizemos, tomemos atitudes corretas.
O planeta Terra já nos deu recados... demais.
Mas são lições de casa difíceis de efetivar seja em casa, nas ruas, nas empresas, nos governos ou nas nações.
Os quatro elementos a Terra, a Água, o Fogo e o Ar, objetos de referência em várias obras de expressão literária, filosófica, plástica, científica governam o nosso planeta.
Eles são soberanos e não nós seres racionais denominados humanos.
Há muitos e muitos anos atrás, eu tive a oportunidade de conhecer uma pessoa que lavrava a terra para a sobrevivência, mas já tinha enorme consciência, sabedoria e um grande respeito pela natureza.
Era um exemplo de homem na natureza.
E essa história será destacada numa outra ocasião.
Enquanto isso, eu vou cumprindo com a minha parte das lições de casa:
reciclando lixos, respeitando a natureza, orientando outras pessoas...
hellen
13.jan.2011

Parabéns. Seu blog enche os olhos, a alma a vida da gente.Fui uma surpresa muito agradável saber que alguém com sua sensibilidade decidiu compartilhá-la na rede.
ResponderEliminarBoa sorte.
Jô